O que foi que te fizeram, criança?
Laceraram-te a poesia e o coração
Ficaste frágil, indefeso
Abandonado ao relento
Onde é que dói, pequeno azarento?
Naufragaste em solidão e menosprezo
Sem eira nem beira, sem teto, nem chão
O que foi que te fizeram, criança?
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